A consciência da mortalidade não deve nos paralisar com medo, mas nos despertar para a preciosa fragilidade de cada instante. É a finitude que dá peso e beleza às nossas escolhas, tornando cada ato de amor uma pequena vitória contra o tempo.
Ninguém sabe quando a vida realmente começa. Estamos só caminhando para o futuro, sem saber o que ainda está por vir e quando isso irá terminar. Não sabemos se estamos caminhando para o fim ou para um novo começo.