A consciência da mortalidade não deve nos paralisar com medo, mas nos despertar para a preciosa fragilidade de cada instante. É a finitude que dá peso e beleza às nossas escolhas, tornando cada ato de amor uma pequena vitória contra o tempo.
Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com a simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. Carlos Drummond de Andrade